sexta-feira, 12 de outubro de 2012

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Às vezes quero acreditar nisso, juro! Com tanta força. Quero confiar que Ele sabe sempre o que faz, que Ele não tira nada com que não dê também e que, acima de tudo, se compadece de nós e das nossas dores. Mas há dias difíceis. Há momentos desesperantes. Há alturas em que eu sei que tens medo e queres desistir e quase cais! E a minha impotência, a minha miséria, o que mais me atormenta, é não conseguir ir daqui aí sempre que queira e resgatar-te dessa dor. Hoje deito-me feliz por te ter visto, contente porque te abracei mas trago o coração ferido, pelo muito que ainda nos falta caminhar!  



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