segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Do dia que nasce ...



«É presunçoso, ofensivo e ridículo acreditarmos que o nosso mundo é maior do que o mundo dos outros. Não temos capacidade de medir o mundo de ninguém, muito menos daqueles com quem nos cruzamos vagamente. Deixarmo-nos impressionar pela vastidão da nossa experiência, por tudo o que já fomos, tem um lado positivo, significa que olhamos para o que possuímos, tomamos o peso desse património; mas se essa atenção nos distrair de tudo o resto, se for opaca, se nos impedir de conceber a perspectiva dos outros, então, é uma espécie de solidão.»

[Uma vida inteira - crónica de José Luís Peixoto na Revista Volta ao Mundo]

focar-me no que tenho e no que sou sem perder a noção das perspetivas... sem perder de vista a humildade, sem perder a capacidade de olhar para o meu próximo ... 

Bom Dia 




Photo: Do dia que nasce ...

«É presunçoso, ofensivo e ridículo acreditarmos que o nosso mundo é maior do que o mundo dos outros.  Não temos capacidade de medir o mundo de ninguém, muito menos daqueles com quem nos cruzamos vagamente. Deixarmo-nos impressionar pela vastidão da nossa experiência, por tudo o que já fomos, tem um lado positivo, significa que olhamos para o que possuímos, tomamos o peso desse património; mas se essa atenção nos distrair de tudo o resto, se for opaca, se nos impedir de conceber a perspectiva dos outros, então, é uma espécie de solidão.»

[Uma vida inteira - crónica de José Luís Peixoto na Revista Volta ao Mundo]

focar-me no que tenho e no que sou sem perder a noção das perspetivas... sem perder de vista a humildade, sem perder a capacidade de olhar para o meu próximo ... 

Bom Dia <3






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