sexta-feira, 12 de dezembro de 2014



É este o lema da minha vida ... Sempre foi! Desde menina, desde que me conheço por gente! Se puder trabalhar para fazer algo de forma excelente não trabalharei para fazer apenas bem, se puder ser a melhor não me contentarei por estar apenas entre os bons e se eu puder fazer de cada dia um dia extraordinário não viverei para o razoável nem para o suficiente ... Recordo o meu pai quando pela primeira vez me apresentou Pessoa: "para seres grande sê inteiro... 
Nada teu exageres ou excluas,
Põe quanto és no mínimo que fazes..." 
Recordo que sentava ao colo e conversava comigo sobre a importância de ser, sobre a importância de darmos tudo de nós mesmo nas tarefas simples, porque era isso que nos tornava especiais, porque era isso que marcava a diferença entre ser bom e muito bom: não haver tarefas menores nem tarefas menos importantes mas apenas tarefas, que na sua simplicidade (se cumpridas com rigor e com valor), acabam por nos valorizar a nós mesmos! 
Dar o máximo de mim, querer ser sempre melhor, querer estar à altura das expectativas que depositam em mim também tem o seu preço e a sua fatura a pagar é certo, rouba-nos horas de descanso, alguns fins-de-semana e traz alguma ansiedade e stress, mas o orgulho que se sente depois, a satisfação, a sensação de dever cumprido e os sorrisos e abraços que colecciono valem bem esse preço!


Photo: É este o lema da minha vida ... Sempre foi! Desde menina, desde que me conheço por gente! Se puder trabalhar para fazer algo de forma excelente não trabalharei para fazer apenas bem, se puder ser a melhor não me contentarei por estar apenas entre os bons e se eu puder fazer de cada dia um dia extraordinário não viverei para o razoável nem para o suficiente ... Recordo o meu pai quando pela primeira vez me apresentou Pessoa: "para seres grande sê inteiro... 
Nada teu exageres ou excluas,
Põe quanto és no mínimo que fazes..." 
Recordo que sentava ao colo e conversava comigo sobre a importância de ser, sobre a importância de darmos tudo de nós mesmo nas tarefas simples, porque era isso que nos tornava especiais, porque era isso que marcava a diferença entre ser bom e muito bom: não haver tarefas menores nem tarefas menos importantes mas apenas tarefas, que na sua simplicidade (se cumpridas com rigor e com valor), acabam por nos valorizar a nós mesmos! 
Dar o máximo de mim, querer ser sempre melhor, querer estar à  altura das expectativas que depositam em mim também tem o seu preço e a sua fatura a pagar é certo, rouba-nos horas de descanso, alguns fins-de-semana e traz alguma ansiedade e stress,  mas o orgulho que se sente depois, a satisfação, a sensação de dever cumprido e os sorrisos e abraços que colecciono valem bem esse preço!




3 comentários:

  1. Idem aspas para isso tudo :) também sou assim. Se é para fazer as coisas por metade, prefiro nem as fazer. Se faço, é para dar o máximo e ser o melhor possível. Qual o sentido de não ser assim? :)

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