sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015



É à noite, quando enroscados no sofá, sob a mesma manta, quando falamos do nosso dia ou quando projectamos os nossos sonhos, que eu vejo que conseguimos. Que nós não sobrevivemos apenas; que nós não nos limitámos a ser ou a existir. Nós reaprendermos a viver. Nós reinventámo-nos. Nós juntos somos mais, somos melhores. Somos maiores. E esse é o mais simples dos confortos: saber receber, planear e esperar da vida tudo o que desejamos. Como desejamos. Porque afinal o sonho é algo que vive em nós, que alimentamos e que faz o mundo girar... o nosso!



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