quarta-feira, 22 de abril de 2015

Balanço de Março quase no final de Abril: dias de sentimentos confusos e mistos. Dias que trouxeram ao de cima o melhor e o pior de mim. Dias em que apesar da chegada da Primavera (e do sol que trouxe com ela), houve também muitos dias de sabor amargo. Se por um lado houve dias de sol também é verdade que houve outros tantos cinzentos e muitos, muitos de chuva torrencial. 

O que compensa os dias menos bons? As pessoas. Sempre as pessoas. As pessoas maravilhosas e os planos que nos fazem sonhar. Claro que depois há os outros, pessoas e planos, que nos deixam sem chão (tanta é a mesquinhez que carregam consigo e a infelicidade que teimam em querer espalhar à sua volta)...  

Março foi um mês de regressos ao passado, e há regressos que magoam, que nos fazem pensar naquilo que não queremos, naquilo que pensávamos já ter esquecido... mas há balanços que têm que ser feitos, fantasmas que precisamos mandar embora, momentos que precisamos analisar para daí tirar sempre uma lição (a lição possível ao fim de tanto tempo) .... 
Mas depois, volta o sol, voltam os momentos feitos de nós, a cumplicidade de cada momento nosso e que faz bem recordar e trazer de volta, para que alimentem os nossos dias dessa energia boa que usamos como combustível ... nestas alturas relembro a fibra de que sou feita, quantas vezes já caí para depois me erguer de novo... relembro que mesmo nos dias em que tudo é mais difícil e em que só me apetece desistir e mandar tudo às urtigas, aparece sempre alguém que me dá um abraço, me diz aquela frase certa no momento oportuno e eu sorrio e acredito ser uma mensagem enviada pelos deuses para me trazerem de volta ao caminho.... para me trazerem de volta a mim. Nessas alturas volto a acreditar, (re)descubro-me e (re)descubro a minha capacidade infinita de voltar outra e outra vez à luta, a minha capacidade ilimitada de recomeçar, de ir em busca do que me faz viver e volto cheia de luz, capaz de motivar e inspirar todos os que estão à minha volta e dependem de mim...


1 comentário:

  1. E sem essas pessoas, não éramos nem tínhamos realmente nada.

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