sábado, 21 de maio de 2016



«Viciei-me no caminho, no seguir, no descobrir. Na viagem. Caminhos que não são rectos. São sinuosos, curvos. cíclicos. Sobem e descem, por vezes são mais planos, outras são duros e apetece voltar atrás. Mas há que seguir. Sempre. E quanto mais se segue e descobre mais difícil é parar. Já não se pode voltar atrás. Nunca. Nada volta para trás. Tudo evolui, se regenera, se transforma.
Sigamos então caminho, ao nosso ritmo, mas sem esquecer os ritmos que nos unem a todos.»
| meio maio |




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